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Farrington conquistou o primeiro título de Copa do Mundo de sua carreira na tarde de domingo, 12/4 na Dickies Arena, em Fort Worth, Texas, com um percurso limpo na rodada final montando sua parceira de cinco anos, Greya. A armação dos percursos coube a Anderson Lima, brasileiro que também é naturalizado mexicano

A terceira e última competição de domingo — reservada aos 30 melhores atletas após as duas primeiras provas — foi tão emocionante quanto o esporte pode oferecer. O course designer Anderson Lima criou percursos técnicos e visualmente marcantes, incluindo um muro em formato de Longhorn (chirfe longo) e uma linha dupla desafiadora com bandeja de água. Kent Farrington, nº 2 do mundo na última contagem do ranking FEI Longines, terminou a Copa do Mundo com apenas 4 pontos perdidos no total após três dias de competição e quatro percursos. Daniel Deusser (ALE) ficou em segundo lugar, com 7 pontos, montando Otello de Guldenboom, seguido por Katie Dinan (EUA) e Out of the Blue SCF, com 9 pontos.

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Kent Farrington e Greya saltando o icônico obstáculo Longhorn (chifre longo), que remete à cultura local no Texas; img: ©FEI/Shannon Brinkman

“A Final da Copa do Mundo é especial para mim, porque foi o que eu cresci assistindo. Eu não tinha acesso a competições de alto nível, mas tínhamos fitas de vídeo da Final da Copa do Mundo, e eu assistia todos os anos”, disse Farrington. “Assistia tanto que chegava a desgastar a fita, então estar aqui hoje e vencer é muito especial para mim, e tenho muito orgulho de ter meu nome no troféu. Eu esperava entrar na última rodada com uma falta de vantagem, mas isso não aconteceu”, disse Farrington. “Tenho muita confiança na minha égua, e ela entregou o que eu esperava. Desde criança sempre me cobrei muito. Em certo momento, não há mais pressão a colocar. Eu apenas me concentro na tarefa, no presente, em ser um com meu cavalo e executar o percurso.”

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Kent Farrington (EUA), campeão, Daniel Deusser (ALE), vice e Katie Dinan (EUA), 3ª; img: ©FEI/Shannon Brinkman

Farrington liderou a competição em todas as fases. Ele venceu a prova de velocidade inicial com Toulayna e também foi o melhor no desempate da segunda prova com Greya. “Acho importante destacar que montei dois cavalos aqui que me levaram a essa vitória. Eu não teria conseguido sem Toulayna no primeiro dia, que também venceu”, disse. “Tenho duas éguas excepcionais, e elas me colocaram na posição de conquistar esse título.”

Brasil em pista

Com uma campanha consistente, Yuri Mansur, atual nº 61 do mundo, chegou à grande final da Longines FEI Jumping World Cup Final garantindo um honroso 11º lugar. Na primeira prova de velocidade Yuri montou Vitiki, craque veterano de 18 anos, e com percurso zerado garantiu a 8ª colocação. Na 2ª prova, Yuri largou com Alfons do Santo Antônio, dupla que defendeu o Brasil, em Toquio 2020_1, fechando com somente uma falta.

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Yuri com seu craque Vitiki, hannoverano de 18 anos em plena forma; img: img: ©FEI/Shannon Brinkman

Finalmente, na grande decisão no domingo, 12/4, Yuri e o veterano QH Alfons Santo Antônio, esbanjando categoria aos 19 anos, fechou a 1ª volta com somente um ponto perdido e a 2ª, totalizando 5 pp, e com 19 pp ficou em 11º lugar entre 35 conjuntos top mundiais (assista aos percursos no instagram @cbhoficial). Vale lembrar que na Copa do Mundo de 2023 em Omaha, Yuri e Vitiki conquistaram a importante 4ª colocação.

Além de Anderson Lima, que pela primeira vez foi o course-designer oficial de uma Final de Copa Mundo, o Brasil também esteve muito bem representado com suas assistentes brasileiras Erica Sportiello e Cristina Brambilla. E, como de costume, em grande competições internacionais de Salto Dr Rogério Saito, veterinário oficial do Time Brasil de Salto.

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Erica, Dr Rogério, Anderson e Cristina: reunidos no reconhecimento de percursos da Final da Copa do Mundo na Diekis Arena, em Wort Forth, no Texas; img: cedida

Maior vencedor

Em 46 edições da Copa do Mundo, o brasileiro com melhor desempenho na história é Rodrigo Pessoa. O campeão olímpico venceu o evento por três anos consecutivos (1998, 1999 e 2000) e esteve no pódio outras três vezes, sendo duas como vice (2001 e 2003) e uma na terceira posição (2002).

Imprensa CBH com informações FEI; imagens: ©FEI/Shannon Brinkman

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