Paraequestre

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Rodolpho Riskalla, prata no Adestramento em Paraequestre em Toquio 2020+1 e dono de duas pratas no Mundial 2018, vem com tudo na temporada 2022. Na última semana, entre 3 e 5/5, no tradicional Internacional de Maio em Mannheim na Alemanha - CPDEI3*, Rodolpho montando Don Henrico venceu nada menos que as três provas (Grau IV) fechando com 78,525% de aproveitamento no Freestyle, melhor índice em todas as categorias(Graus I a V). Em 2º lugar no Freestyle Grau IV chegou a alemã Hannelore Brenner com Belissima M, 74,283%. 

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Rodolpho e Don Henrico: 100% de aproveitamento no CPDEI3* Mannheim 2002

Para Rodolpho, 37, vencer em Mannheim não é novidade. Em 2021, o brasileiro também garantiu três vitórias. O brasileiro já está tecnicamente qualificado para o Mundial 2022, entre 6 e 14/8, em Herning, na Dinamarca, e está entre os fortes candidatos ao ouro na modalidade.

Brasil a caminho do Mundial

Sergio Oliva, top 10 em Tóquio, também está técnicamente qualificado para o Mundial 2022. Outros três cavaleiros Thiago Fonseca, Flamarion Pereira da Silva e Vera Lucia Mazzilli, vindos do Brasil, buscam qualificação técnica (mínimo de 62%) de 17 a 19/6 na Holanda e de 30/6 a 3/7 na Bélgica, todos montando cavalos alugados. Sergio Oliva, que também está no Brasil, vai competir com Millenium, de sua propriedade, com o qual competiu em Tóquio. Com Rodolpho e Sergio já qualificados, há duas vagas em aberto para formação da equipe no Mundial, que deve ter no mínimo três integrantes.

"Na Holanda estaremos competindo com uma equipe de quatro conjuntos. Podemos ter uma boa colocação e com esperança maior de conseguir qualificar mais um ou dois atletas para o Mundial da Dinamarca", comenta Claudiane Crisóstomo Pasquali, diretora Paraequestre da CBH.

Superação ímpar

Rodolpho, 37 anos, atual nº 2 no ranking mundial Grau IV, pratica adestramento desde a infância e aderiu ao adestramento paraequestre no início de 2016 seis meses após a perda da parte inferior das duas pernas, a mão direita e dedo da mão esquerda em decorrência de uma meningite. Menos de um ano depois defendeu o país nos Jogos Paralímpicos Rio 2016 e, em 2018, foi o melhor brasileiro nos Jogos Equestres Mundiais 2018 nos EUA conquistando duas medalhas de prata no adestramento paraquestre. Em Toquio 2022, Rodolpho garantiu uma inédita prata.

O cavaleiro residia na França há cerca de 10 anos e no final de 2020 mudou para Alemanha. Além do adestramento paraquestre, Rodolpho também compete com sucesso em provas de adestramento.

No Adestramento Paraquestre as disputas são divididas em cinco graus - I,II,III,IV e V - do maior ao menor grau de dificuldade de acordo com a avaliação / classificação funcional da deficiência do atleta.

Imprensa CBH ;  img: cedida 

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